há ainda eco na cidade
refratando a paisagem
entre os prédios e teu rosto.
ano passado acordaste tarde,
quiseste dormir de novo mas a urgência
do futuro te faz amanhecer cedo.
a imensidão dos segundos, dedos.
a poeira dos anos, pele.
perco-me na lentidão das horas imaginárias,
lembro o espaçar das memórias pontuais,
imagino-me no que é de teu conhecimento.
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conversa com “sobre a lentidão das horas imaginárias” da angélica.





